
Programa de viagem
Azerbaijão: da cultura à natureza
Uma viagem entre o património cultural e as montanhas
8 dias•7 noites
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VATRAVEL · Percurso completo
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Programa de viagem
Receção pelo guia local no aeroporto e transfer de 25 km para o hotel em Baku. Tempo para descansar e preparar a viagem. Alojamento no hotel.
Pequeno-almoço e visita à Alameda dos Mártires, com vista sobre a baía de Baku. Passeio pela Cidade Velha, entre os edifícios dos magnatas do petróleo do início do século XX. Visita ao Palácio dos Shirvanshahs, à Torre da Donzela, às mesquitas históricas e às ruínas da Igreja de São Bartolomeu. Icherisheher é a cidade amuralhada de Baku, ainda habitada e reconhecida pela UNESCO com o Palácio dos Shirvanshahs e a Torre da Donzela. As ruelas ligam mesquitas, caravançarais e banhos da cidade mercantil medieval. O palácio do século XV foi residência dos governantes de Shirvan; a torre cilíndrica, com espessas paredes de pedra, é um dos monumentos mais antigos da capital. A arquitetura mostra Baku antes das transformações da era do petróleo.
Segundo pequeno-almoço na Cidade Velha. À tarde, excursão à Península de Absheron: Templo do Fogo de Ateshgah, em Surakhani, e Yanar Dag. O recinto de pedra de Ateshgah rodeia um altar central do fogo e pequenas celas usadas pelos peregrinos. As inscrições e o pátio recordam os comerciantes hindus e sikhs que viajavam até Absheron, a par das antigas tradições locais de culto do fogo. O conjunto conservado data sobretudo dos séculos XVII e XVIII, quando as rotas comerciais ligavam Baku ao subcontinente indiano. Em Yanar Dag, o gás natural que sai da encosta alimenta uma linha de chamas na base da rocha. O fogo vem do solo, não de uma erupção vulcânica, explicando de forma visível o nome “Terra do Fogo”. A colina baixa e a rocha exposta distinguem este fenómeno natural do altar de Ateshgah.
Regresso a Baku para conhecer o Centro Heydar Aliyev (visita exterior), de Zaha Hadid, e visitar o Museu Nacional do Tapete. O Centro Heydar Aliyev de Zaha Hadid distingue-se pelas curvas brancas contínuas: a superfície eleva-se da praça e dobra-se até formar a cobertura, evitando as linhas retas de uma fachada convencional. Visto do exterior, os diferentes ângulos revelam uma composição que une arquitetura e jardins. A paragem é exterior, sem prever entrada nas exposições.
Alojamento no hotel.
Depois do pequeno-almoço, partida para Guba, com paragem nas montanhas coloridas de Khizi. Visita à Cidade Vermelha, Krasnaya Sloboda, comunidade de judeus das montanhas estabelecida em 1744, e à sinagoga do século XIX. Continuação para Khinalig, uma das aldeias mais altas e remotas do Cáucaso, com língua e tradições próprias. As casas de pedra de Khinalig agrupam-se numa encosta íngreme, com telhados e terraços adaptados ao relevo. A comunidade conserva uma língua própria e uma economia pastoril ligada às deslocações sazonais. A UNESCO reconhece a paisagem cultural do seu povo e a rota de transumância Köç Yolu, que une a aldeia aos pastos de verão e inverno. O património inclui o povoado e a prática viva do pastoreio de montanha.
Visita ao Museu de História de Khinalig. Continuação para Haput e alojamento em casa de habitantes locais.
Pequeno-almoço e início de três dias de percurso de montanha sem árvores nem instalações sanitárias. Primeiro trajeto em veículos todo-o-terreno, seguido de caminhada em direção ao Lago Goynohur, a 3.300 m de altitude. Almoço nas pastagens de verão e continuação até ao lago. Montagem das tendas junto à água, jantar à volta da fogueira e pernoita em tendas.
Pequeno-almoço cedo e subida em direção a Babadagh, com vistas sobre as montanhas. Tempo livre no cume e descida para o Lago Goturnohur, a 3.100 m de altitude, alimentado pela chuva e pelo degelo. Almoço junto ao lago e tempo para descansar. Continuação para as encostas de Babadagh, montagem do acampamento e jantar à volta da fogueira. Pernoita em tendas.
Pequeno-almoço cedo e última subida ao cume de Babadagh. Depois de apreciar a paisagem, descida em direção a Lahij, no distrito de Ismayilli. A rua principal empedrada de Lahij é ladeada por pequenas oficinas e casas de pedra de rio. O cobre é o ofício característico: recipientes são moldados a martelo e decorados com gravuras. O som do metal e os objetos domésticos feitos à mão explicam o papel artesanal desta aldeia de montanha. A UNESCO reconhece a arte do cobre como património imaterial, não toda a aldeia como sítio mundial.
Visita a Qurbangah, local de oferendas tradicionais, e pausa para chá. Continuação para Lahij, conhecida pelo trabalho do cobre. Alojamento numa casa de hóspedes.
Depois do pequeno-almoço, passeio por Lahij, conhecida pelo trabalho do cobre e pelo artesanato. A rua principal empedrada de Lahij é ladeada por pequenas oficinas e casas de pedra de rio. O cobre é o ofício característico: recipientes são moldados a martelo e decorados com gravuras. O som do metal e os objetos domésticos feitos à mão explicam o papel artesanal desta aldeia de montanha. A UNESCO reconhece a arte do cobre como património imaterial, não toda a aldeia como sítio mundial.
Continuação para Baku, com visita à mesquita mais antiga do Azerbaijão em Shamakhi e ao Mausoléu de Diri Baba, construído entre rochedos em 1402. Construído em 1402, Diri Baba é um mausoléu de dois pisos encostado a uma parede rochosa. A fachada compacta de pedra, os arcos e a sala com cúpula pertencem à tradição arquitetónica Shirvan–Absheron. A posição faz parecer que o edifício nasce da falésia; lendas locais contam a sua longa história como lugar de peregrinação.
Em Gobustan, visita às gravuras rupestres e ao museu interativo, seguido dos vulcões de lama. A paisagem de arte rupestre de Gobustan, Património Mundial da UNESCO, conserva milhares de gravuras nos blocos de um planalto semidesértico. Caçadores, animais selvagens, barcos e grupos de dançarinos revelam a vida, as deslocações e as crenças de comunidades antigas. O museu explica estas imagens através dos povoados pré-históricos e das mudanças do ambiente, ajudando a interpretar as pequenas figuras na pedra. Os vulcões de lama resultam de gases que sobem através da água e dos sedimentos subterrâneos. Bolhas rompem a superfície cinzenta e pequenos cones acumulam-se junto às aberturas, formando uma paisagem nua moldada por lama, em vez de lava. O Azerbaijão reúne uma concentração excecional destas formações. São uma atração natural distinta do sítio UNESCO de arte rupestre de Gobustan.
Regresso a Baku e visita à Mesquita de Bibi-Heybat. Bibi-Heybat é uma mesquita de peregrinação na entrada sul de Baku, frente à costa do Cáspio. O conjunto atual reconstrói um santuário histórico destruído na época soviética. Cúpulas, minaretes e interiores decorados tornam-na uma referência do património islâmico. Continua a ser um lugar de culto, com visita sujeita às regras de acesso e oração.
Alojamento no hotel.
Pequeno-almoço e transfer para o aeroporto de Baku. Fim da viagem.